Emancipadores cobram execução de lei que obriga a execução do hino de Osasco nas escolas de ensino fundamental

Por Redação 31/10/2017 - 19:39 hs

A Ordem dos Emacipadores de Osasco, órgão de utilidade pública criada em 1974 com o intuito de preservar a história da cidade, tem encampado a luta para que se faça cumprir a Lei Municipal 51/2013 de autoria da ex-vereadora Mazé Favarão que torna obrigatória a execução do hino da cidade nas escolas públicas e privadas de ensino fundamental. Embora a lei preveja a execução do hino, pelo menos, uma vez por semana, isso não vem acontecendo nas escolas.

Presidente da Ordem, José Carlos Setter, defende o projeto e pede mais rigor à aplicação da lei. Para a entidade, a execução do hino “resgata o amor” por Osasco. “Trata-se de uma medida que nos faz recordar as nossas raízes, desenvolve o amor pela cidade, o civismo nas escolas e reforça o nosso orgulho, associando o hino a tudo que nós vemos no movimento do desenvolvimento da cidade”, diz Setter.

A lei municipal, em vigor desde março de 2014, prevê, além da execução do hino de Osasco, após a entoação do hino nacional, a inserção no currículo e nas disciplinas como Arte, História, Geografia e Língua Portuguesa, atividades para análise e interpretação dos hinos executados. O texto, porém, não vem sendo cumprido.

Em contrapartida, a atual administração tem investido no Programa Nossa História, idealizado por Sebastião Bognar e que conta com a participação e colaboração da Ordem dos Emancipadores.

“A Ordem dos Emancipadores tem a honra de enaltecer a prefeitura  pela atividade desenvolvida pelo ex-vereador Bognar de reintroduzir nas escolas e nas praças o retorno do canto do hino de Osasco. A Ordem tem participado dos eventos semanalmente para apoiar essa iniciativa que julgamos muito oportuna para a cidade”, afirmou Setter. Além do hino, o projeto também proporciona o hasteamento das bandeiras nacionais, do estado de São Paulo e das cidade.

“O hasteamento das bandeiras proporciona o retorno das pessoas às comemorações cívicas. Era algo que estava em falta. Essa medida traz de volta o sentimento de civismo. Reforça valores, traz orgulho e amor pela cidade de uma maneira mais enraizada”, completa o presidente da Ordem.